Um cuidado pois
Não bastava estar atrás de uma neblina,
Nem de um nome que na verdade não existia
Já era frágil meu castelo,
Já trincavam meus cristais,
mas vi em suas fissuras alguma beleza,
mesmo sem qualquer feixe que os fizessem refratar a luz.
Nem por mera gentileza trocaria esta peça por trocados reais.
Há uma velha lenda sobre uma espada encravada
Que conta que só o mais fracos dos mortais lhe faria gozar da liberdade*
Há, por vice-versa uma outra
que debocha Aquiles, o mais forte dos ideias.
Nas duas uma pequena verdade:
Que o mísero descaso surpreende,
Que no mínimo descuido, a gente aprende
"Tudo aquilo que escondia, toda dor virou poesia encarregada de palavras fortes, mas palavras de menina"
sexta-feira, 10 de junho de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
domingo, 6 de março de 2011
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Razão
Entre o falso e o corriqueiro, o banal.
Entre o verdadeiro e singular, o sagrado.
Entre o falso e o verdadeiro, o utópico.
Entre o banal e o sagrado, o amor.
Entre o utópico e o amor, a crença.
E na crença, a esperança.
E na esperança, o desejo.
E no desejo, a falta.
Na falta, a dor.
Na dor,
a poesia.
Entre o verdadeiro e singular, o sagrado.
Entre o falso e o verdadeiro, o utópico.
Entre o banal e o sagrado, o amor.
Entre o utópico e o amor, a crença.
E na crença, a esperança.
E na esperança, o desejo.
E no desejo, a falta.
Na falta, a dor.
Na dor,
a poesia.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
De perto
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